14.10.09

Suporte ao Cidadão Governo do Estado de São Paulo



Vamos Criticar quando for necessario, e  elogiar quando  vemos atitudes  sinceras do Governo do Estado.


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4.10.09

Alerta Aquecimento Global

É uma luta na qual não estamos preocupados. Todos falam para fazer algo contra o aumento da temperatura da superfície da Terra, o que chamamos de Aquecimento Global. Se as geleiras da Antártida derreterem, teremos o desaparecimento de todas as cidades litorâneas do Brasil. A acidificação da água do mar também contribuiria para a escassez de alimento e intensificaria o processo da seca.




Temos tudo para a nossa raça entrar em extinção. Os cientistas calcularam que na parte sul do planeta milhares de pessoas não resistirão o calor. Se a temperatura aumentar 3º C, o número de mortos será 87 mil podendo chegar até 2071. Agora, se o aumento do calor for de 2,2º C, o número de mortos baixaria para aproximadamente 36 mil por ano.



A solucão para o problema “Aquecimento Global”, seria preciso diminuir o desmatamento, aumentar consideravelmente o reflorestamento, conter a produção industrial que não para de crescer, suprir o uso de aerossóis, preferir o uso de produtos que não possuam gases nocivos à camada de ozônio e diminuir a emissão de dióxido de carbono na atmosfera.



Se todos esses critérios forem cumpridos, teremos chance de reverter à situação e esquecer o medo de uma vez por todas do Aquecimento Global.

S.O.S Espécies Marinhas

A vida marinha poderá sofrer extinção em massa em poucas décadas se a pesca intensiva, as mudanças climáticas, a acidificação da água, a poluição e o desenvolvimento litorâneo não forem combatidos, segundo um relatório apresentado nesta sexta-feira (23) pela ONU.


O relatório “In Dead Water” (”Em Águas Mortas”), elaborado por uma equipe de cientistas por incumbência do Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma), cujo 10ª conselho especial termina nesta sexta, em Mônaco, traça um panorama tenebroso.

“Há 65 milhões de anos, quando desapareceram os dinossauros, o mar estava saturado de dióxido de carbono. Em poucas décadas, a partir de agora, a água do mar será ainda mais ácida do que naquela época”.

A afirmação pessimista é de Ken Caldeira, da Universidade de Stanford, que, junto com outros cientistas e o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, apresentou o relatório à imprensa.

Steiner resumiu as ameaças que assolam os oceanos: a pesca intensiva e as más práticas pesqueiras, como o arrasto e a pesca em profundidade, as mudanças climáticas e a poluição litorânea.

Segundo o diretor-executivo do Pnuma, “seria uma irresponsabilidade culpar uma só delas, mas, em coro, farão com que em 30 ou 40 anos desapareça a indústria pesqueira e aconteça o colapso biológico dos mares”.

O relatório indica que a metade das capturas pesqueiras do mundo acontece em menos de 10% do oceano. É nesta área que se produz a maior parte da atividade biológica de espécies consideradas chave na cadeia alimentar.

Devido às mudanças climáticas, “com o aumento de 3 graus na temperatura das águas superficiais, mais de 80% dos corais — fundamentais na ecologia marinha — podem morrer em décadas, entre 80% e 100% em 2080″, segundo o relatório.

A acidificação do mar, devido à dissolução de dióxido de carbono provocada pelo uso de combustíveis fósseis, em poucas décadas danificará também os corais e outras espécies que metabolizam conchas calcárias.

Ainda segundo o relatório, o desenvolvimento litorâneo “aumenta rapidamente” e há a previsão de que “atinja negativamente 91% de todas as costas desabitadas até 2050, contribuindo majoritariamente para a poluição do mar”.

As mudanças climáticas afetam negativamente “a circulação termoalina — grandes correntes — e o fenômeno de fluxo e refluxo de água continental, crucial para 75% das pescas”.

Em conjunto, a poluição litorânea e as mudanças climáticas “acelerarão o desenvolvimento de zonas mortas, muitas delas próximas a plataformas pesqueiras”.

O número de zonas mortas — regiões com hipóxia (falta de oxigênio) — aumentou de 149 em 2003 para 200 em 2006, afirma o relatório apresentado.



Publicado no Site G1, em 22 de fevereiro

S.O.S Fauna e Flora

O número de espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção passou de 108 espécies, em 1992, para 472 espécies, mais do quadruplicando em um período de apenas 16 anos. Os dados fazem parte da nova Lista Oficial das Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de Extinção, elaborada pela Fundação Biodiversidade, sob encomenda do Ministério do Meio Ambiente (MMA).




De acordo com a lista, os biomas com maior número de espécies ameaçadas são as da Mata Atlântica (276), do Cerrado (131) e da Caatinga (46). A Amazônia aparece com 24 espécies, o Pampa com 17 e o Pantanal com apenas duas. A disparidade de números em relação às 472 espécies hoje ameaçadas é justificada pelo fato de que algumas espécies aparecem em mais de um bioma



Ao comentar os resultados da lista divulgada, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, reconheceu que há uma preocupação maior com as espécies da Mata Atlântica, o bioma mais ameaçado, embora também haja outros que estão seguindo na mesma direção.



"Sem dúvida que a Mata Atlântica é o mais ameaçado, mas também há outros biomas seguindo na mesma direção: o Cerrado é um bioma que também está muito ameaçado, o que está levando o Ministério do Meio Ambiente a lançar um plano de defesa do Cerrado. As pessoas falam muito da Amazônia, mas o Cerrado está muito ameaçado e também a Caatinga, que está sendo destruída em um ritmo ainda mais agressivo do que a Amazônia", disse Minc.



No que se refere às regiões brasileiras, o Sudeste apresenta o maior número de espécies ameaçadas, com 348; seguido do Nordeste, com 168; do Sul, com 84; do Norte, com 46; e do Centro-Oeste, com 44 espécies. Neste contexto, segundo a lista divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente, os estados com o maior número de espécies ameaçadas de extinção são Minas Gerais (126), Rio de Janeiro (107), Bahia (93), Espírito Santo (63) e São Paulo (52).



A primeira Lista Oficial das Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de Extinção foi editada em 1968, com a inclusão de apenas 13 espécies nessas condições. Em 1980 foi publicada uma nova lista, com a inclusão de mais 13 espécies. Tanto na lista de 1992 como na de 2008 existem doze espécies de importantes madeireiras ameaçadas de extinção, tendo sido adicionada a esta última lista apenas uma espécie: o "pau-roxo" (Peltogyne maranhensis), da Amazônia.



Entre as outras espécies de uso econômico incluída na lista estão algumas de fator alimentício (caso do palmito); medicinal (jaborandi); cosmético (pau-rosa) e também ornamental. Tanto o pau-rosa como o jaborandi já constavam da lista de 1992.

2.10.09

Parabéns ! Ilustrissimo, Senhor Governador de São Paulo ,José Serra

Serra entrega pacote de melhorias para o Parque Villa-Lobos


Circuito das Árvores e nova sede da Companhia da Polícia Militar fazem parte do pacote de ações entregue no Dia da Árvore



O governador José Serra entregou, nesta segunda-feira, 21, uma série de melhorias no Parque Villa-Lobos, na zona oeste da capital. O Dia da Árvore foi escolhido para marcar o início do plantio de 8.400 mudas de espécies nativas brasileiras, a inauguração do Circuito das Árvores, uma passarela elevada para contemplação do local, e a nova sede da Companhia da Polícia Militar, instalada dentro do parque. Também estiveram presentes os secretários do Meio Ambiente, Xico Graziano, dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Batistella, e da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto.



O investimento do Estado nas obras do Parque totaliza R$ 9 milhões. "É um bom recurso para melhorar o acolhimento das pessoas no Parque e a ampliação da área verde no município", explicou o governador durante a entrega. Só no Circuito das Árvores, foram aplicados R$ 70 mil. "Aqui tem 28 mil árvores e vamos plantar mais 8,4 mil. Isso realmente vai mudar a cara do Parque", completou.



As ações de hoje finalizam o projeto paisagístico original do Villa-Lobos. Entre 1992 e 1994, foi realizada a primeira etapa do projeto no parque, que antes era um depósito de entulho e material dragado do Rio Pinheiros, com o plantio de 12 mil árvores. A partir de 2004, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SMA) plantou mais 13 mil árvores, levando em conta os critérios das resoluções quanto à diversidade de espécies para plantios de reflorestamento heterogêneo em áreas degradadas. Com o plantio de hoje, o Parque passa a contar com aproximadamente 37 mil árvores.



A iniciativa é resultado de um termo de recuperação ambiental assinado entre a empresa CCR - Autoban e a SMA por conta das obras do Complexo Anhanguera, que vão ampliar e reformular o tráfego de veículos desde a Ponte Atílio Fontana, na Marginal Tietê, em São Paulo, até o km 19 da Via Anhanguera, na região de Osasco. As primeiras mudas são da espécie pau-brasil. As novas espécies, que incluem a palmeira juçara, ameaçada de extinção, ajudam a finalizar o projeto paisagístico do parque.



O plantio será feito de duas maneiras. A primeira inclui a criação de um novo bosque de espécies nativas, utilizando 760 mudas com altura entre 2 e 3 metros e a manutenção durante um período de seis meses. A outra prevê o enriquecimento nos bosques de espécies nativas já existentes no parque, utilizando 7.644 mudas. A manutenção dos plantios deverá ser realizada por um período de 12 meses.



Natureza nas alturas



O Circuito das Árvores é uma passarela elevada que chega até 3,5 metros de altura e tem uma extensão de 120 metros, possibilitando a observação da fauna e da flora dos bosques do parque. A estrutura é feita de madeira de reflorestamento cedida pela Estação Experimental de Itapetininga, ligada ao Instituto Florestal (IF) e projetada para não impactar a vegetação do local. Foram usados 50 metros cúbicos de eucalipto na construção da passarela. Algumas das espécies de árvores e aves mais recorrentes estão identificadas ao longo do caminho, que possui acesso ás pessoas com deficiência.



A inauguração do Circuito das Árvores faz parte de um pacote de intervenções no Villa-Lobos. Até meados de 2010 o parque também contará com o "Ouvillas", área onde as pessoas poderão sentar e relaxar em taludes e espreguiçadeiras ao som das obras de Heitor Villa-Lobos, o Orquidário Ruth Cardoso, o Centro de Referência em Educação Ambiental (CEREA) e uma nova sede administrativa.



Exemplo de acessibilidade



O Parque Villa-Lobos foi um dos primeiros da cidade a ser adequado à acessibilidade de pessoas com deficiência. A grande área plana e os caminhos praticamente nivelados tornam mais fácil o deslocamento de pessoas. Para os cegos, por exemplo, o parque dispõe de sinalização tátil, implantada sob a orientação da Fundação Dorina Nowill, entidade que desenvolve trabalhos para atender esse segmento da população. Alguns dos brinquedos de madeira nos parquinhos também foram elaborados para garantir a acessibilidade, como a gangorra adaptada. O Villa-Lobos também conta com um telefone público para surdos.



O conjunto de ações é saudado pela secretária estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Battistella. "Prestigiamos as iniciativas para demonstrar o aplauso do público com deficiência à preocupação constante e crescente do Governo de São Paulo com a efetiva inclusão dessas pessoas, que também têm direito ao esporte e ao lazer, como todo cidadão do Estado".



A inauguração do Circuito das Árvores não poderia ocorrer em melhor ocasião: hoje é celebrado mais um aniversário do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Instituída em 1982, a data é um pleito pela conscientização da sociedade sobre as necessidades, principalmente de inclusão, do segmento. Uma das reivindicações mais antigas é pela acessibilidade da pessoa com deficiência aos bens e serviços públicos disponíveis nos municípios.



Nova sede da PM



A 1ª Cia. do 23º Batalhão da Polícia Militar estava desde 1999 no Parque Villa-Lobos em local provisório, nas instalações do antigo canteiro de obras. A atual gestão da Secretaria do Meio Ambiente viabilizou, com recursos do parque (oriundos da contrapartida do Cirque Du Soleil) e da Secretaria de Segurança Pública, uma nova sede permanente para o efetivo de 160 homens da Polícia Militar. O espaço de 425 metros quadrados está localizado entre as duas entradas principais da Av. Prof. Fonseca Rodrigues e possui salas para atendimento, cozinha, vestiário e até um minianfiteatro. A Polícia Militar é responsável pela segurança e atendimento do Villa-Lobos e dos bairros de Pinheiros e Alto de Pinheiros.



Saiba Mais



O Parque Villa-Lobos é um dos poucos espaços públicos de São Paulo que consegue unir lazer, bem-estar, cultura e consciência ambiental. Localizado no bairro de Alto dos Pinheiros, na região oeste da capital, o parque é uma das melhores opções de lazer ao ar livre da cidade. O parque abrange uma área de 732 mil metros quadrados, possui ciclovia, quadras, campos de futebol, "playground", concha acústica para shows e concertos e bosque com espécies de Mata Atlântica. A área de lazer inclui ainda aparelhos para ginástica, pista de cooper, tabelas de street basketball e um anfiteatro aberto com 750 lugares, sanitários adaptados para pessoas com deficiência e lanchonete.



Estima-se que durante a semana cerca de 3 mil a 5 mil pessoas passem a cada dia pelo parque. Aos sábados recebe cerca de 20 mil usuários e, aos domingos, 30 mil. A grande atração do parque é o espaço livre - a maior parte dele pavimentado - onde os freqüentadores podem correr e andar de bicicleta.







Itesp também comemora o Dia da Árvore



Em comemoração ao Dia da Árvore, os técnicos do Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp) e moradores do assentamento Horto Tremembé Conquista, localizado no município de Tremembé, na região de Taubaté, plantaram 500 mudas de árvores nativas nesta segunda-feira, 21.



O plantio faz parte do Projeto Junção Ambiental de Desenvolvimento Ecológico e Educacional (JADEE), idealizado pela filha de um assentado e concretizado pela Fundação Itesp, que buscou parcerias para dar viabilidade à ideia. A meta, a longo prazo, é plantar 200 mil mudas nos 250 mil hectares do assentamento.



O assentamento Horto Tremembé 'Conquista' atende a mais de 100 famílias. O projeto JADEE contribuirá para o desenvolvimento adequado, ecologicamente viável e economicamente justo para a comunidade local. As árvores que serão plantadas ajudarão na recuperação da capacidade hídrica da bacia do Rio Una, importante afluente do Rio Paraíba, além de contribuir para interromper o ciclo de assoreamento.



Outras ações



Todos os escritórios do Itesp desenvolveram algum tipo de atividade para marcar a data. No Assentamento Anhumas, no município de Castilho (região noroeste do Estado), por exemplo, foram plantadas 20 árvores nativas, doadas pela CESP. No Pontal do Paranapanema, as crianças da Escola Municipal na Cidade de Primavera e do Assentamento Nova Pontal também plantaram árvores. Na sede do Itesp, em São Paulo, nesta segunda e terça-feira, serão realizadas palestras e exibidos vídeos.

Da Secretaria do Meio Ambiente e do Itesp

Não podemos esquecer que a pedido da ONU  teremos que plantar no Brasil 1 bilhão de novas arvores  para tentar barrar a  grande tragédia  mundial  do Aquecimento  Global.
A  Evergreen Planet tera que Plantar  em 4  anos  10 milhões de  arvores  Vamos lá gente  Plantem Arvores.